Serviços essenciais continuam fechados em Fartura

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Desde segunda-feira, 12, passou a vigorar a “Quarentena Racional Emergencial”, no município de Fartura. O Decreto foi emitido na noite de sexta-feira, 09, e rege inúmeras restrições de circulação, visando reduzir o contágio da Covid-19 no local.

Os supermercados, comércios, padarias e quitandas só estão podendo trabalhar com sistema “delivery”, no entanto, apenas alguns comerciantes se adequaram a essas novas regras, outros fecharam completamente seus estabelecimentos, justificando não haver condições para essa forma de trabalho.

Com isso, a população está debatendo nas redes sociais, muitos perguntam como comprar um leite para o filho, com o dinheiro ganho no dia, se nenhum mercado está aberto. Outros defendem o fechamento, até mesmo apresentando soluções para que os mercados trabalhem sem prejuízos.

Sendo assim, foi realizada uma nova reunião dos comerciantes, na segunda-feira, 12, com o prefeito Filé e equipe da Saúde, para que haja uma flexibilização desse novo decreto. No entanto, segundo informações, o prefeito continua com a mesma posição, sem possibilidade de mudanças.

A equipe do Jornal Sudoeste Paulista tentou contato com a assessoria de imprensa do prefeito, porém, até o fechamento desta edição não houve retorno.

Também, como cumprimento do decreto, foram instaladas barreiras sanitárias nas entradas principais da cidade, onde estão aferindo a temperatura de todos que adentram, evitando um possível contágio dos que vem de outros municípios.
O coordenador de Saúde, Luís Renan de Oliveira, foi enfático ao citar que: “a situação é delicada e alarmante”. A Santa Casa de Misericórdia trabalha com 100% dos leitos de Covid-19 ocupados e a possível falta de insumos preocupa a diretoria do Hospital e as autoridades farturenses.

O novo Decreto rege ainda que as Agências bancárias somente poderão funcionar internamente e os cultos e missas continuam suspensos, sendo permitidos apenas de forma virtual. “Queremos a redução dos contaminados, das hospitalizações e, principalmente, das mortes. Somente com todos vacinados, poderemos voltar à vida normal e, para isso que estamos lutando e fazendo o nosso trabalho”, disse Filé.

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