Diretora de Sarutaiá ressalta novo modelo de Educação até que as aulas retornem

A diretora Elenilda ressalta a decisão da Amvapa

Municípios associados à Amvapa decidem não retomar as aulas

Da Agência Comunic

Com objetivo de deliberar regionalmente as questões referentes ao retorno das atividades presenciais nas redes municipais, estaduais e particulares, recentemente os municípios consorciados ao Consórcio Intermunicipal do Alto Vale do Paranapanema (Amvapa), composto por 17 municípios estiveram reunidos com prefeitos, dirigentes e representantes municipais de educação.

Após análise de documentos legais e dados comprobatórios sobre o risco do retorno de atividades presenciais, o colegiado decidiu por unanimidade, e em primeira deliberação, ao não retornar as aulas e nem atividades presenciais neste ano de 2020 em seus municípios. Dessa forma, Sarutaiá expediu um decreto municipal anunciando à comunidade a necessidade desse retorno ser prorrogado para o ano de 2021.

Por outro lado, preocupados com a qualidade da Educação, professores e gestores se mobilizaram em uma campanha de conscientização aos pais sobre a importância de manter as atividades remotas, ou seja, reforçar a necessidade dos pais e responsáveis legais estarem apoiando e incentivando seus filhos na realização das tarefas propostas pelo corpo docente.

A diretora municipal de Educação de Sarutaiá, Elenilda Barrado, destacou a relevância da ação, e disse que “não podemos nos esquecer de que essa pandemia trouxe uma nova configuração para a Educação. Tivemos que descobrir novas formas de ensinar e aprender, tanto para as famílias, quanto aos educadores que passaram por um processo de adaptação, de mudanças e de muitas dificuldades. A escola sem os alunos e sem os seus professores não faz sentido, mas é preciso considerar que, mesmo diante de tudo isso, nenhum professor desistiu de ensinar nem se esqueceu do seu verdadeiro papel, está buscando melhorar sempre e atender a todos os alunos”.

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Elenilda ainda salientou que a família tem que ter muita consciência neste novo processo de aprendizado. “Jamais seremos os mesmos, os alunos terão sim prejuízos pedagógicos que poderão ser recuperados com o tempo, mas minimizar isso dependerá apenas das famílias. Hoje são eles que estão diariamente com as crianças, e por isso dependemos dessa parceria para reduzir esse prejuízo; dependemos das famílias para cobrar a realização das tarefas, para incentivar a leitura, para estimular os bebês, para educar os sentimentos”.

A diretora disse ainda que novas estratégias estão sendo pensadas pelos gestores e professores e com certeza serão colocadas em prática a favor da aprendizagem significativa.

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