Mesmo sem nenhum caso confirmado, município tem comércio não essencial fechado

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O município de Óleo que integra a região de Saúde a DRS (Divisão Regional de Saúde) IX – Marília foi regredido de classificação para a Zona 1 (Fase 1) – Vermelha, conforme o Plano São Paulo modulou as ações de restrição e funcionamento das atividades econômicas. Isso que o município até o fechamento desta maéria não contabiliza nenhum caso de covid-19 registrado. Lá são 16 descartados e sete suspeitos que estão em isolamento. A Prefeitura decidiu seguir o decreto expedido pelo governador João Doria na sexta-feira, que rebaixou também a DRS de Bauru para a fase vermelha.

O prefeito Rubens Esteves Roque junto com sua assessoria baixou o Decreto n° 2.301, de 25 de junho, no qual dispõe sobre adoção de medidas no Município de Óleo visando a prevenção ao contágio do covid-19.

No referido Decreto, ele leva em consideração que o município de Óleo está inserido na Região de Saúde pertencente a DRS IX de Marília, e portanto regrediu de classificação para a Zona 1 (Fase 1) Vermelha, conforme o Plano São Paulo que modulou as ações de restrição e funcionamento das atividades econômicas. Foi ainda decretada a prorrogação da quarentena no município de Óleo, por tempo indeterminado, observando-se a Fase 1 (Fase Vermelha) do Plano São Paulo do Governo do Estado de São Paulo.

A prorrogação teve início dia 25 de junho, com a supensão do atendimento presencial ao público em estabelecimentos comerciais no Município, não se limitando a comércios varejistas, academias de ginástica, lojas de vestuário, sorveterias, bares, trailers, botequins e similares. Os estabelecimentos comerciais deverão manter fechados os acessos do público ao seu interior.

As medidas não se aplicam às atividades internas dos estabelecimentos comerciais, bem como à realização de transações comerciais por meio de aplicativos, internet, telefone ou similares e os serviços de entrega de mercadorias, delivery e drive-trhu (comprar sem sair do carro).

A suspensão a que se refere o artigo 2º do Decreto não se aplica aos seguintes estabelecimentos: Farmácias; Supermercados, mercados, açougues, peixarias, hortifrutigranjeiros e quitandas; Lojas de venda de alimentação para animais ou, exclusivamente este setor; Distribuidores de gás; Padarias; Restaurantes e lanchonetes; Postos de combustíveis; Casas Bancárias, Agências dos Correios, Cartórios e Serviços Notariais; e outros que vierem a ser definidos em ato conjunto expedido pelas Secretarias Municipais de Governo e da Saúde.

Os estabelecimentos deverão atentar-se quanto a aglomeração de pessoas em seu interior e ou no passeio público. Os estabelecimentos deverão adotar as seguintes medidas: Intensificar as ações de limpeza; Disponibilizar álcool em gel aos seus clientes; Divulgar informações acerca da COVID-19 e das medidas de prevenção; e Limitar o acesso ao interior do estabelecimento, mantendo espaçamento mínimo de 1 (um) metro entre pessoas, em caso de fila de espera; manter ventilados os ambientes de uso de clientes; adotar horário de atendimento exclusivo para idosos acima de 60 (sessenta) anos, preferencialmente na primeira hora de funcionamento do estabelecimento;

No citado decreto recomenda-se o escalonamento de seus empregados para que se mantenha em atividade o máximo de até 50% da equipe em cada departamento ou local e ainda fica permitido o atendimento em domicílio de barbeiros, cabeleireiros e manicures.

Nilson Silva/Folha Regional

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