Psicóloga explica como agir em caso de abuso na época da pandemia

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A psicóloga Suellen Silva de Camargo

O Jornal Sudoeste Paulista recebeu uma denúncia, que infelizmente está se tornando cada vez mais comum em meio à pandemia. Com famílias convivendo mais intensamente em casa, com a pressão estabelecida diante de uma pandemia mundial relacionada ao novo coronavírus, problemas econômicos, unidos a outros fatores se tornam uma bomba relógio para os mais fragilizados psicologicamente.

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O Jornal Sudoeste Paulista buscou ajuda de uma psicóloga para tentar ajudar moradores que vivem situações agressivas neste período conturbado. Suelen Silva de Camargo, de Taguaí, psicóloga falou com lidar com essa situação: “Em casos de abuso psicológico, onde este é praticado dentro do próprio grupo familiar, é imprescindível que a vítima seja acolhida, e passe por acompanhamento profissional”.

Para ela, se a vítima for menor de idade é importante que o Conselho Tutelar seja acionado, a fim de assistir de perto a vítima e a família, já que tal ato se enquadra em crime de negligência infantil. “É importante também destacar, a importância de se ouvir a mãe, ou quem, seja o praticante dos abusos, para compreender se esse tem a consciência de tais atos, e do quanto estes causam sofrimento psíquico na vítima”, explica Suelen.

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A denúncia enviada ao Jornal Sudoeste Paulista cita que uma moradora já sofre de depressão e acaba sofrendo agressões de familiares. “Se a vítima já for maior de idade, e como no caso já apresentar  um quadro de depressão, é de extrema importância que seja direcionada ao serviço de saúde, para que seu caso seja acompanhado por profissionais que indicarão  medicamentos, caso necessário, e farão  o acolhimento das queixas e prosseguiram com o cuidado psicológico, que amenizará a angústia e sofrimento sentidos pela vítima de agressão”, explica a psicóloga.

“Muitas vezes a pessoa não tem força para buscar ajuda, se tornando essencial que alguém que esteja a par da situação a acompanhe, e faça a denúncia, caso haja também agressões físicas, que coloquem a vida da vítima em risco, podendo ser feita no Cras (Centro de Referência à Assistência Social), que irão até a residência para verificarem o que de fato está acontecendo”, concluiu.

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